Quantos de nós cresceram assistindo às infinitas reprises de Chaves e Chapolin? A turminha mexicana povoou a infância de pessoas de várias gerações, fazendo-nos rir das piadas mais inocentes possíveis e chegando até a nos emocionar em vários episódios mais sensíveis.

Quem nunca teve vontade de ir a Acapulco tomar banho de mar? Quem nunca quis descobrir se o Chaves realmente morava dentro do barril? A sensação de nostalgia é imensa.

E até hoje, mesmo depois de anos e de já termos assistido aos mesmos episódios milhares de vezes, ainda nos pegamos sorrindo ao nos depararmos com cenas que amávamos quando crianças.

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Então, para você que ama essa turma, eis a boa notícia ‒ está sendo produzida uma peça chamada Chaves: Um tributo musical, que terá roteiro e músicas inéditas, contando com o padrão de qualidade similar aos espetáculos da Broadway.

Com direção de Zé Henrique de Paula (o mesmo de O Grande Cometa de 1812), produção de Adriana del Claro (que produziu Carrossel) e músicas e roteiro de Fernanda Maia; a peça promete ser um projeto ousado, tendo possibilidade de ser exportada para outros países.

Confiram a sinopse:

“O espetáculo começa com Roberto menino, rindo e brincando com seus brinquedos simples, fazendo palhaçadas para a mãe, para os vizinhos e para a professora. Todos passam por ele sem dar atenção dizendo: “Tinha que ser o Roberto”. O menino percebe que “ninguém tem paciência com ele” e fica triste porque gostaria de fazer as pessoas rirem, mas acha que não é capaz. Então, ouve uma voz que lhe diz que ele deveria prestar muita atenção às palavras que ouve porque um dia ele as usaria para dar alegria aos outros. Roberto tem uma dúvida: Como aquelas palavras poderiam levar alegria para alguém? Fica imaginando e magicamente, o tempo passa. Vemos em seu set de gravação onde ele começa mais um episódio do seu famosos programa uma nova historia do Chaves e seus amigos, os adultos da infância transformaram-se nos personagens da Vila do Chaves. Ao fim desse episódio vemos novamente o menino Roberto que, sem saber que criaria um império, agradece a voz que lhe dá o conselho e pergunta de quem é essa voz? Vemos então uma projeção de Bolaños que, com ternura, acompanha e guia este menino.”

 

 

 

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